Autor: Nio Passinho

Nesta obra, o eu lírico explora a dualidade entre a entrega sensorial e a hesitação da alma. Através de metáforas musicais e imagens vívidas de uma “pele morena” sob o efeito da paixão, o poema descreve o encontro febril entre o som da respiração e o silêncio do toque evitado. É um retrato profundo sobre o medo da entrega e o fogo que arde sem nunca se consumir por completo.

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A ‘Canção do Exílio’ é, talvez, o poema mais icônico da nossa língua. Mas o que acontece quando o exílio não é a distância da terra natal, mas sim o mergulho na presença — e na ausência — do ser amado? No post de hoje, exploramos uma lírica que dialoga diretamente com a herança de Gonçalves Dias. Tendo como cenário a praça que leva o nome do bardo maranhense, o autor tece uma trama onde o sabiá deixa de ser apenas um pássaro para se tornar a musa, e o altar das palmeiras se transforma no palco de um amor que desafia o tempo e a paisagem urbana. Uma leitura sobre como a poesia clássica ainda respira e pulsa nos nossos encontros mais cotidianos.

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A chegada de um filho é, invariavelmente, um evento transformador que reconfigura identidades, rotinas e projetos de vida. Contudo, quando essa criança é diagnosticada com uma condição de desenvolvimento atípico, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), essa transformação transcende o esperado, inaugurando uma jornada complexa e imprevista para toda a família.

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